Com os novos acordos fechados pelo governo Jair Bolsonaro no primeiro semestre do ano, após pressão diante da lentidão na condução das tratativas, a segunda metade de 2021 promete um ritmo mais veloz na campanha de vacinação. No total, o ano deve fechar com 608 milhões de vacinas no Brasil.
A previsão de maior repasse levou o governador Eduardo Leite (PSDB) a anunciar que todos os 8,95 milhões de gaúchos acima dos 18 anos estarão vacinados pelo menos com a primeira dose até 20 de setembro.
A promessa é conservadora e deve ser cumprida antes, tendo em vista que agosto e setembro devem ser dois meses com maior quantidade de doses no país: 7,6 milhões, ante 4,67 milhões entre junho e julho.
Em junho, o Rio Grande do Sul aplicou uma média de 48.805 primeiras doses por dia. Caso fosse mantido este ritmo, que deve ser intensificado a partir de agosto, o Estado vacinaria todos os 8,95 milhões de habitantes com a primeira dose em 25 de setembro.
Há, ainda, a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de liberar a aplicação da vacina da Pfizer para adolescentes a partir dos 12 anos, o que ajudaria a atingir a imunidade coletiva, quando cerca de 70% da população está protegida contra o vírus.

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