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sexta-feira, 19 de abril de 2019

"Errei quando votei pela cassação do Fernandinho", diz Ronaldo Madruga

O Vereador Ronaldo Madruga (PP) ao fazer uso na tribuna nesta semana disse que houve uma inversão na reunião que ocorreu no Assentamento Santa Inácia e que deverá ocorrer uma correção e o Governo deve fazer uso da palavra antes dos parlamentares e não como ocorreu no dia, onde o Governo colheu tudo o que os parlamentares destacaram e depois acabou se manifestando e justificando as falas.

"A maneira que foi conduzida a reunião parecia ser de autoria do Governo e não da Câmara. O governo não tem planejamento e tem uma lista de desejos. E este é meu posicionamento", destacou.

O parlamentar encaminhou pedidos de informações ao Governo buscando saber o boletim de caixa de dezembro de 2012 à dezembro de 2016. Também solicitou saber os valores gastos com o serviço das estradas vicinais com aquisição de bueiros, combustíveis, pneus, peças para máquinas, pela Secretaria de Agricultura nos anos de 2017 e 2018.

Ronaldo voltou a falar nos processos de cassação de prefeito da história do município 2011 e 2019, dizendo ao Vereador Fabrício Costa (PSB) que a votação ocorrida nesta ano, a qual Ronaldo votou pela manutenção do prefeito Zé Antônio, não iria abalar a relação que tinha entre eles.

"Conseguimos dialogar e se eu fosse uma pessoa dotada de raiva eu votaria pela cassação do prefeito Zé Antônio. Porque quando entrei na prefeitura junto com o prefeito Felipe, o PMDB, PSDB, PDT e o DEM entraram com uma ação querendo cassar nosso mandato e este processo durou quase um ano e que tivemos que nos defender e inclusive faziam ligação para a loja da minha irmã para trocar informações, mas eu dizia que era mais fácil uma vaca voar do que nos cassar. Isto foi um desgaste tremendo e se eu guardasse ódio e rancor teria votado pela cassação sim. Porque apenas uma pessoa que desencadeou este processo teve a humildade quando eu e o Felipe estávamos entregando pedir desculpas e dizer que estava arrependido do que havia ocorrido que foi o vice-prefeito Cabral. Foi o único, quando entregamos o gabinete. Entendi desta vez que não podia cassar um prefeito pelo atraso de 5 e 9 dias nas respostas. Quando entraram contra mim e o Felipe, queriam o poder a qualquer preço. Mas não é o melhor para o município cassar prefeito. Que as urnas de 2020 decidam quem vai ser o melhor. Errei uma vez pela cassação do prefeito Fernandinho", destacou Madruga.

Finalizando disse que quando falou da lista de desejos é referente a falta de planejamento que o Governo ainda não mostrou a longo prazo para resolver problemas financeiros. "Só se preocupam em resolver em curto prazo que dão repercussão política imediata. Mas atentem para o que está para acontecer. Os municípios terão que cumprir com seus orçamentos e isto que ocorre hoje onde copiam e colam de gestões para gestões estão com dias contados. Se colocar no orçamento terão que executar", concluiu.

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